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Cidade Miniatura recebeu visitantes internacionais

Além de pessoas das cidades próximas, estiveram presente visitantes da China e da Alemanha.

15/01/2015
Deraldo Ferreira Neto
Imagem: Divulgação
 

De 22 a 28 de dezembro de 2014 a Cidade Miniatura do Seu Mário foi aberta ao público externo. No total, passou a FPTE recebeu um público de 1200 pessoas, que vieram para conhecer o projeto.

“É importante ressaltar a diversidade dos visitantes, principalmente quanto a origem. Identificamos pessoas vindas de cidades próximas a Lins e de outras mais distantes como por exemplo de Osasco, Santo André, São Bernardo, Campinas, Sumaré, Rio Verde, Cotia, Barueri, Americana, Campinas, Guarulhos, Sorocaba, Santos, Jundiaí, Franco da Rocha, Monte Aprazível, Andradina, São José dos Campos, Votuporanga e outras (SP), Londrina, Curitiba, Foz do Iguaçu, Cambé, Maringá, Cascavel, Engenheiro Beltrão e Nova Tebas (PR), Caldas Novas, Rio Verde, Itaberaí (GO) e outras como de Alto Araguaia, Campo Grande e Jaciara (MT), Dourados (MS), Araxá e Uberlândia (MG), Rio de Janeiro e Barra do Piraí (RJ), Laguna (SC), Canela (RS), Brasília (DF), Ilhéus (BA). Mas, longe mesmo, foram pessoas pertencentes a um mesmo grupo familiar que atualmente moram em Nanjing, capital da província de Jiangsu no leste da China e um casal da Alemanha”, afirma Deraldo Ferreira Neto, responsável pelo setor Cultural da FPTE.

“Muito provavelmente essas pessoas estavam em Lins por conta das festividades de final de ano e pelo convívio com parentes e amigos, mas também podemos pensar o quanto isso representa economicamente para a cidade, e para a Unilins/FPTE um alargamento da visibilidade da instituição em termos culturais”, completa.

Este ano além de pequenos detalhes acrescentados na tradicional mini cidade estavam expostas bela maquetes de edificações da antiga NOB/ Estrada de Ferro Noroeste do Brasil que corta a região desde o início do século passado. São maquetes que reproduzem com fidelidade as construções em sua plenitude arquitetônica próxima ao período de suas inaugurações e foram concebidas em 20013 pelo jornalista e historiador Didú Motta Carvalho, atual gerente do Centro de Memória Histórica de Lins. Com o passar do tempo, muito se perdeu, (de material e informação), foi destruído ou transformado. A “Estação de Monlevade” de 1921 (localizada na Fazenda São Pedro) foi destruída na década de 50, a “Estação Lins” (1926) versão de alvenaria, substituiu as anteriores de madeira (1908 e 1919) hoje abriga o Museu Histórico e Arqueológico de Lins juntamente com o “Depósito de Locomotivas” este aloca a reserva técnica do Museu. A “Estação de Guaiçara” (1926) foi restaurada e hoje instalaram a “Estação Criatividade” onde se conta um pouco da história da cidade e realizam atividades artísticas e culturais. Infelizmente nossa “Rotunda” (1908) que no passado era o depósito e oficina das locomotivas da NOB hoje encontra-se abandonada, é uma belíssima construção semicircular (270º) provavelmente a única no país que resiste em vir abaixo com toda sua história. Com certeza uma edificação como essa poderia abrigar muitos projetos interessantes porém mantendo suas características primordiais.                                                                                                             

 “Ficamos lisonjeados com a presença de todo o público visitante e cientes e que de alguma forma contribuímos para a perpetuação da memória do seu Mário e sua obra na qual se fundem a história da própria cidades de Lins”, finaliza Deraldo Ferreira Neto.

 

 

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