Fale Conosco: ramais | Mande um e-mail para UNILINS mensagem
você está em
Email FPTEIntranetÁrea Restrita
14 3533 3200
Ainda não sou aluno

 Selo Instituição Socialmente Responsável
Destaque
Aumentar tamanho da fonte Diminuir tamanho da fonte Versão para Impressão
Dieta rica em cálcio previne menopausa depois dos 50
25/10/2011
oglobo.com
Imagem:
 
Pelo menos dez milhões de brasileiros sofrem de osteoporose, a perda gradual de massa óssea a partir da meia idade e que atinge principalmente as mulheres depois da menopausa. Segundo a Fundação Internacional de Osteoporose, uma em cada três mulheres acima de 50 anos tem a doença. E de cada três pessoas que sofreram fratura no quadril, uma tem osteoporose. No Brasil, segundo a Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, a cada ano ocorrem cerca de 2,4 milhões de fraturas decorrentes da osteoporose, sendo que 200 mil pessoas morrem todos os anos no país em decorrência dessas fraturas. Amanhã é o Dia Mundial da Osteoporose e os médicos alertam para os cuidados com prevenção e diagnóstico precoce. Entre os fatores de risco relacionados à doença estão: idade avançada, baixo peso, etnia caucasiana, histórico de doença na família, deficiência hormonal, dieta pobre em cálcio, uso de determinadas medicações como corticoides, hábito de fumar, abuso de álcool e vida sedentária. Nas mulheres os números da doença são alarmantes: 40% das pacientes com osteoporose sofrem quedas. A coluna, o fêmur, as costelas e o pulso são os locais mais atingidos, sendo que as quedas podem acontecer pela sensação de fraqueza nos ossos, uma das principais características da doença, explica o ortopedista Adalto Lima, chefe do setor de ortopedia do Hospital Badim, no Rio. Mas esse risco pode ser amenizado com a adoção de uma dieta adequada, rica em cálcio e vitamina D, e prática de atividades físicas, hábitos que fortalecem a musculatura, proporcionando uma maior segurança e equilíbrio - ensina o médico, professor de Ortopedia da Fundação Getúlio Vargas e de ortopedia da Faculdade de Medicina da Uerj. O problema é que os brasileiros não dão muita importância à osteoporose. Estudo feito pela Brazos (The Brazilian Osteoporosis Study) avaliou 2.420 pessoas acima de 40 anos, em 150 municípios das cinco regiões do país: apenas 6% dos entrevistados sabiam que sofriam da doença. Isso significa que a maioria ainda não sabe como se prevenir, desconhece diagnóstico e tratamento da osteoporose. A osteoporose é silenciosa. Por isso, principalmente mulheres acima de 40 anos e idosos, devem redobrar a atenção. É importante que a pessoa faça exercícios regulares, mantenha uma dieta rica em cálcio e vitamina D e se exponha ao sol, nos horários recomendados, para evitar a osteoporose - reforça o médico Everaldo Vasconcelos, chefe da ortopedia do Hospital Balbino. Os médicos explicam que antes de a osteoporose se manifestar geralmente ocorre a osteopenia, o enfraquecimento ósseo; alteração que já aumenta o risco de fraturas. A boa notícia é que nessa fase é mais fácil tratar. O ortopedista Ilídio Pinheiro, do Hospital São Vicente de Paulo, explica que o diagnóstico é feito através de exame clínico e densitometria óssea, que revela o percentual de perda da massa. Até 25% de perda óssea sugere osteopenia. Uma perda maior já sinaliza a osteoporose - diz Ilídio. Nas mulheres a incidência é maior, pois a menopausa caracteriza-se principalmente pela diminuição do estrógeno, um hormônio muito importante no estímulo à formação da massa óssea. Mas a doença também atinge os homens: um em cada oito acima dos 65 anos. Eles começam a perder massa óssea mais tarde e têm ossos e músculos maiores, diz a fisiatra Pérola Plapler, do Hospital do Coração, em São Paulo. Ela lembra que exercícios são indicados tanto na prevenção quanto no tratamento. Musculação, corrida e caminhada são boas opções. Nos casos em que já existe osteoporose, a pessoa deve ser acompanhada por médico e profissional de educação física. E quanto mais variada a dieta melhor. A nutricionista Camila Ragne Torreglosa, do Hospital do Coração, recomenda consumir alimentos ricos em cálcio, como, por exemplo, leite, iogurte, queijo, sardinha e brócolis. O cálcio é responsável pela formação e manutenção da massa óssea. Além desses, não podem faltar alimentos ricos em vitamina D, como, ovo, salmão, atum e bacalhau, pois esse nutriente é essencial para a absorção do cálcio ingerido. Também o consumo de nutrientes com vitamina K, encontrado em brócolis, lentilha, repolho e couve-manteiga; e o mineral magnésio, presente em acelga, espinafre, quiabo, beterraba e amêndoa são importantes para saúde óssea. A vitamina K participa da formação óssea e o magnésio ajuda na absorção do cálcio da nossa alimentação - comenta Camila. O Globo (saude@oglobo.com.br) - - A Unilins está com matrículas abertas para seu curso de especialização em Gerontogeriatria, na modalidade semi-presencial. Fonte: Link para a notícia.
© UNILINS - Centro Universitário de Lins • Av. Nicolau Zarvos, 1925 - Jardim Aeroporto - CEP 16401 371 - unilins@unilins.edu.br - 14 3533 3200 - Lins/SP