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Inserção no mercado de trabalho
26/09/2008
Info Money
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O mercado de trabalho absorve um maior contingente de alunos do ensino superior particular no estado de São Paulo. Eles somam 90% dos funcionários recém-formados e 93% daqueles com até 25 anos, das grandes empresas do estado. Estes dados chamam a atenção, já que a faculdade particular responde por 74% das matrículas de graduação no Brasil e por 86% em SP. Ao levar em conta todos os profissionais, não somente os mais jovens, mas também os funcionários do médio ou do alto escalão das organizações, o percentual de formados em faculdades privadas é de 86%. Tudo isso foi revelado por uma pesquisa do Semesp (Sindicato das Entidades Mantenedoras de Estabelecimentos de Ensino Superior no Estado de São Paulo), que quantificou o impacto do ensino superior na carreira profissional. No total, foram ouvidos 1.431 profissionais das principais empresas de SP, 724 dos quais recém-formados ou jovens profissionais. Inserção no mercado O presidente do Semesp, Hermes Ferreira Figueiredo, concluiu que "além de o segmento privado ser responsável pela formação de mais de três quartos dos alunos do ensino superior, ele também é responsável, num percentual ainda maior, pela sua inserção no mercado de trabalho, o que comprova sua eficácia para formar profissionais em consonância com as demandas do mercado". Pós-graduação A pesquisa mostrou ainda que as instituições particulares têm a preferência dos profissionais que já cursaram, estão cursando ou pretendem cursar uma pós-graduação. Entre os profissionais de todos os níveis, que ainda pretendem fazer um curso de especialização, a pesquisa identificou uma expressiva preferência pelos cursos das instituições particulares. Esse predomínio chega a 100% no alto escalão das empresas. Fazer faculdade faz toda diferença Por fim, o estudo concluiu que fazer faculdade, pública ou particular, faz toda a diferença. No estado de São Paulo, 72% dos jovens recém-saídos das instituições acadêmicas obtiveram melhorias de salário em suas carreiras depois de formados e 69% mudaram de cargo ou de empresa depois que terminaram o curso superior, ou no ano seguinte. Além disso, a educação superior propiciou uma elevação salarial média de 55% para três quartos deles.
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