Que o mercado está repleto de vagas para profissionais qualificados não é mais novidade. A cada dia aumentam as oportunidades para quem busca ampliar a formação ou mesmo investir em um curso profissionalizante ou de capacitação. É praticamente indiscutível que o mercado selecionará, cada vez com mais vigor, aqueles que investem na carreira.
Se por um lado cresce o número de vagas para quem está preparado, por outro, pessoas sem qualificação ficam cada vez mais longe de um emprego. A situação é ainda pior para aqueles que não possuem nem mesmo a educação básica. Mesmo os cargos menos remunerados exigem, hoje em dia, uma formação mínima.
Um quadro com dados extraídos do Ministério do Trabalho e publicado pelo Informativo CONFENEM (Confederação Nacional dos Estabelecimentos de Ensino), com créditos ao Jornal Estado de Minas, de 24/03/11, evidencia a relação entre níveis e salariais e grau de instrução.

A diferença de 570% a mais na comparação salarial entre analfabetos e profissionais com nível superior é gritante. Mais do que isso, é alarmante, para a importância de um curso superior, como exigência mínima para quem almeja crescer profissionalmente.
Não por acaso, o número de cursos e vagas a serem oferecidas em todo o país também cresceu. Atualmente, além das carreiras tradicionais, outras áreas com ênfase na gestão, nas pessoas e na comunicação também tem tido espaço considerável no mercado de trabalho.
E, com isso, cresce também o nível de exigência do consumidor. Em se tratando de instituições particulares, a boa avaliação dos órgãos regulamentadores e avaliadores, a qualidade da infraestrutura e o tratamento ao cliente são itens considerados pelos alunos no momento da escolha da instituição a ser frequentada.