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O novo projeto da Unilins, que visa a instalação de uma nova sede nacional para a monitoração geomagnética, pretende investir no conhecimento do globo terrestre no que diz respeito à atividade de seu núcleo, os movimentos das correntes oceânicas e o tempo.
Com o cruzamento desses dados adquiridos é possível construir modelos de previsão de terremotos e outras condições climáticas atípicas. Um exemplo desse trabalho, em esfera mundial, foi a previsão do Tsunami, na Ásia, detectado com 16 horas de antecedência, pelo Centro de Tempestades de Miami, nos Estados Unidos.
O primeiro passo para a concretização desses objetivos já foi dado. Por intermédio do pesquisador Professor Doutor Carlos Eduardo Formigoni, a Unilins passa a integrar a INTERMAGNET – uma rede mundial de monitoração da atividade geomagnética.
Com sede em Paris, na França, a rede mundial conta com participação de 49 países. O Brasil possui duas sedes; uma no Rio de Janeiro, no Observatório Nacional, e outra em Vassouras, Estado de Minas Gerais, na Universidade Federal.
De acordo com o Professor Formigoni, a Instituição deve investir, a partir de agora, na construção da nova sede no campus da Unilins. “Todos os esforços serão concentrados nesse sentido”, diz.
A Unilins já recebeu a biblioteca digital de todas as medições efetuadas por todas as estações terrestres desde 1991 até 2002. Anteriormente, os registros eram feitos em papel ou fita magnética. Essa biblioteca já está disponível para consulta de alunos, professores e demais interessados.
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