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A FPTE concluiu o processo de migração do Office da Microsoft para o OpenOffice, versão gratuita que passará a ser utilizada em toda a rede interna. Professores e funcionários já receberam treinamento para a utilização do novo programa. “O software pago é muito caro. A versão livre é estimulada inclusive pelo próprio governo”, justifica o reitor da Unilins, professor João Carlos de Campos. “Hoje nós sabemos que algumas Universidades Públicas e o Exército Brasileiro já partiram para o software livre e nós achamos que também devemos dar a nossa contribuição. Então, decidimos, em reunião de diretoria, que todas as nossas máquinas utilizarão o OpenOffice”, complementa.
O software livre já viabiliza, em vários países, projetos de inclusão digital importantes para o futuro equilíbrio da sociedade à medida que democratizam o acesso aos computadores e à Internet. É um marco histórico em que se quebra um monopólio de décadas e permite que programadores autônomos desenvolvam software básico.
Segundo o professor Antônio Carlos Lima de Santana, gerente do CDI, a economia decorrente da migração para software livre já permite à Fundação Paulista aumentar o investimento em hardware. “Recentemente adquirimos outra impressora laser e 5 terminais ‘magros’, que, instalados na sala 1 do CDI, a título de experiência, disponibilizam o ambiente gráfico de um sistema Linux, com vários programas como OppenOffice e Navegador Internet. A Fundação Paulista terá, ainda, acesso a softwares pagos, desde que justificados”, afirma.
Dessa forma, o professor João Carlos de Campos explicou que, embora a plataforma Windows tenha sido mantida, futuramente a idéia é partir para o Linux. “Nosso projeto é caminhar para o software livre em todas as suas dimensões”, diz. Além disso, ele afirma que os cursos de graduação da Unilins também passaram a utilizar programas livres.
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