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O ex-aluno Gilberto José Giannasi, turma 1982, conta que trocou a Engenharia pelo Direito, mas garante que o interesse inicial pela advocacia veio das aulas de Direito recebidas no 3º ano da faculdade.
Leia a sua história:
“Freqüentei a Escola de Engenharia de Lins nos anos de 1978 a 1982, no curso de Engenharia Civil, tendo colado grau naquele último ano. À época, o país passava por uma de suas várias crises econômicas que refletiam no ramo da construção civil, tendo por conseqüência uma retração do mercado e, por tal razão, voltei-me para uma outra opção, o Direito, que viria, mais tarde, ser meu ramo principal de atuação. O interesse inicial veio das aulas de Direito recebidas no terceiro ano da faculdade.
A despeito do ingresso no curso de Direito, (1983/1987), continuei atuando no ramo da engenharia, posto que a formação pela Escola de Engenharia de Lins se tornou um diferencial que possibilitava, em meio à crise, a fixação profissional como engenheiro. Devido à estreita ligação com a área jurídica, passei a atuar como perito judicial nas Varas Cíveis da Comarca de Assis-SP e, posteriormente, já Advogado, atuei como Professor no curso de Administração no Instituto de Educação de Assis- IEDA, em Direito na UNIMAR e na Fundação Eurípides, nas disciplinas de Direito Administrativo e Direito Constitucional, estas últimas instituições sediadas em Marília, até o ingresso na carreira da Magistratura do Estado de Rondônia, no ano de 1994. Por força de lei, fui obrigado a dar baixa no CREA-SP, dada a incompatibilidade do exercício da atividade de Engenheiro Civil e Juiz de Direito. Mantive, todavia, a condição de Professor Universitário, ministrando Aulas nos Cursos de Direito da ULBRA, em Ji-Paraná, e presentemente na Associação Vilhenense de Educação e Cultura-AVEC, na cadeira de Direito Civil, em Vilhena-RO.
Como magistrado atuei nas comarcas de Porto Velho e Ji-Paraná, como Juiz Substituto e posteriormente como Juiz Titular e Juiz Eleitoral nas Comarcas de Cerejeiras e Vilhena, Estado de Rondônia, onde sou titular da 2a. Vara Cível e da Vara da Infância e Juventude, respondendo, também, interinamente, pela Vara dos Juizados Especiais Cíveis e Criminais.
Indubitavelmente, a formação obtida no curso de Engenharia Civil da EEL foi preponderante para a minha formação posterior como operador do direito e professor universitário. A disciplina e visão científica adquiridos na EEL foram essenciais em toda a condução de minha vida profissional e são pontos de destaque para aqueles formados pela Unilins. Mantenho até hoje o apreço pela Engenharia Civil e pela Unilins, que considero como berço de meu desenvolvimento intelectual.”
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