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Essa área estuda a geração, a distribuição, o tratamento e o armazenamento de energia elétrica, desde as formas mais amplas até o uso em residências e indústrias, no controle e automação de processos, nas Telecomunicações, na Medicina e na Informática. Redes de alta tensão para transmissão de energia, desenvolvimento de programas para redes inteligentes de computador e criação de sistemas abertos de transmissão de dados multimídia são algumas possibilidades de atuação do engenheiro eletricista.
Para Fabio Romero, ex-aluno do curso de Engenharia Elétrica da UNILINS e atualmente Mestre em Energia e pesquisador do CENDAT/lEE/USP (Centro de Estudos em Descargas Atmosféricas e Alta Tensão da USP) as rápidas evoluções tecnológicas exigem do profissional constante atualização, principalmente de quem pretende atuar nas áreas de Energia, Petróleo e Meio Ambiente.
Mercado de trabalho
O recém-formado tem boas perspectivas.O mercado de trabalho é amplo. Ele pode atuar em empresas de geração, transmissão e distribuição de energia elétrica, telecomunicações, construção civil, consultoria empresarial, automação, informática, segurança do trabalho, meio ambiente, energia, entre outros. Hoje, com o “boom" das questões energéticas, do meio ambiente e petróleo e gás, muitos profissionais da área de engenharia elétrica são solicitados por empresas privadas e órgãos governamentais.
Para Cícero Vitor Fernandes, engenheiro eletricista, dono de uma empresa em Santa Catarina, a área de atuação é grande e o mercado está em constante evolução que passa, diretamente, pelo aumento constante do consumo de energia elétrica. “Isso cria a necessidade constante de profissionais habilitados e capacitados para atuar nesse cenário", afirma. Jair Venturi, engenheiro eletricista em São Paulo, diz ainda que o engenheiro pode assessorar empresas sobre contratos de energia com a concessionária, além de analisar se o cliente tem perdas com relação a consumo. Carlos Godoy diz que, de maneira geral, o que o mercado procura em um engenheiro, seja ele eletricista ou de outra especialidade, é sua capacidade analítica para resolver problemas de ordem tecnológica. “No caso específico dos engenheiros eletricistas, isto é ainda mais evidente pois, dentre as engenharias, a elétrica é possivelmente a que demanda o maior espectro de conhecimentos tecnológicas durante a formação, treinando e aprimorando a capacidade analítica do futuro engenheiro por pelo menos 5 anos", diz.
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