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O sonho de ingressar em uma universidade japonesa pode ser concretizado de diversas maneiras. O vestibular não é a única porta de entrada, e muitos estrangeiros aproveitam os caminhos alternativos para conquistar um diploma japonês. Há, ainda, as bolsas de estudo, vagas reservadas para estrangeiros e até para quem pratica esporte.
A Shizuoka Sangyo Daigaku, em Iwata (Shizuoka), por exemplo, quer receber mais estudantes de intercâmbio (ryugakusei) vindos do Brasil. Os interessados que já concluíram o Ensino Médio não precisam viajar ao arquipélago a fim de prestar o exame de admissão. No lugar, devem comprovar o grau de conhecimento de japonês correspondente ao nível I do teste de proficiência da língua (nooryoku shiken).
Esse teste é aplicado em seis cidades do Brasil - São Paulo, Londrina, Belém, Rio de Janeiro, Porto Alegre e Brasília. “Os candidatos poderão ser aceitos, mesmo que não sejam aprovados, mas deverão atingir mais de 210 pontos, do total de 400. A aprovação no nível I requer 280 pontos”, disse o professor e diretor do Centro Internacional da Universidade, Hiroshi Ohara. “Podemos aceitar os aprovados no nível II em alguns casos, mas a recomendação é prestar o I para identificarmos melhor sua habilidade com a língua japonesa”, explicou. Os candidatos devem enviar os comprovantes dos resultados para a universidade.
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