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O comércio eletrônico apresentou um crescimento de 79% no faturamento do primeiro semestre de 2006, comparado ao mesmo período do ano passado. Esta é a conclusão da 14ª edição do estudo Web Shoppers, realizado pela e-bit com o apoio da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico, a Camara-e.net.
Sem contar sites de leilão, venda de passagens aéreas e automóveis pela internet, os seis primeiros meses deste ano representaram vendas de R$ 1,75 bilhão ante R$ 974 milhões de janeiro a junho de 2005. E a previsão inicial era de R$ 1,5 bilhão.
Pelo terceiro ano consecutivo, os líderes do comércio eletrônico foram livros, jornais e revistas (18,4%). Em seguida, vieram os CDs, DVDs e vídeos (15,9%), eletrônicos - como TVs, aparelhos de DVDs e câmeras digitais (14,3%), informática (8,4%), beleza e saúde (7,9%) e eletrodomésticos (6,9%).
Os principais fatores para o aumento das vendas são: expansão do número de e-consumidores - principalmente da classe C -, maior freqüência de quem já era assíduo e entrada de grandes empresas investindo mais - caso da FNAC - ou iniciando a participação em lojas virtuais - como as Pernambucanas.
Um dado interessante revelado pela pesquisa foi que em um ano cresceu de 41% para 44% a participação de mulheres nas compras pela internet. Durante este mesmo período, houve um aumento de 4 milhões para 5,75 milhões de e-consumidores. Já em relação aos internautas, de 32 milhões de usuários, 18% são adeptos às compras virtuais.
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